{"id":366,"date":"2018-02-06T12:42:31","date_gmt":"2018-02-06T14:42:31","guid":{"rendered":"http:\/\/humanitat.com.br\/?p=366"},"modified":"2018-03-03T12:48:28","modified_gmt":"2018-03-03T15:48:28","slug":"interconnected-parks","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/humanitat.com.br\/pb\/interconnected-parks\/","title":{"rendered":"A import\u00e2ncia das \u00e1reas de lazer interligadas"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o \u00e9 de hoje que se discute a necessidade de que os espa\u00e7os de lazer sejam interligados. \u00c9 importante que sejam n\u00e3o apenas destinados ao conv\u00edvio e ao lazer dos cidad\u00e3os, abrindo espa\u00e7o para a cidadania, mas tamb\u00e9m sejam espa\u00e7os para a locomo\u00e7\u00e3o, por meio das bicicletas e caminhadas, convidando as pessoas para que se desloquem de uma parte a outra da cidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As margens de rios podem, por exemplo, gerar circuitos ciliares, com um roteiro de atrativos interligados por caminhos e ciclovias, revitalizando toda \u00e1rea, valorizando a paisagem urbana. O Brasil, com rios em abund\u00e2ncia, poderia aproveitar muito esse potencial.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A infraestrutura desses espa\u00e7os n\u00e3o precisa ser rebuscada e arquitetonicamente diferenciada. Na Alemanha, por exemplo, espa\u00e7os como esses contam com troncos de madeira adaptados como bancos, e caminhos de cascalho ou mesmo terra batida. Mesmo com simplicidade, s\u00e3o muito utilizados pela comunidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">H\u00e1 outras vantagens nesse tipo de ideia. \u00c1reas verdes s\u00e3o importantes locais para drenagem e escoamento de \u00e1gua de chuva e das cheias. Diversos estudos relacionam a presen\u00e7a de \u00e1reas verdes com a sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, a mobilidade ativa tamb\u00e9m combate o sedentarismo, o que resulta em mais sa\u00fade. Os caminhos alternativos para caminhadas ou ciclistas tiram, de maneira direta ou indireta, parte do tr\u00e1fego de ve\u00edculos motorizados. Abrem ainda espa\u00e7os muito mais seguros para ciclistas do que as ciclofaixas tradicionais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ampliando as possibilidades de circula\u00e7\u00e3o de pessoas entre as \u00e1reas de lazer, tamb\u00e9m se amplia a seguran\u00e7a. Parques isolados s\u00e3o menos frequentados tamb\u00e9m por estimularem uma sensa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a e intranquilidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">S\u00e3o algumas das raz\u00f5es pelas quais nossos gestores n\u00e3o podem desprezar a proposta dos parques interligados. Uma aposta barata e inteligente, que trar\u00e1 imensos ganhos em qualidade de vida e mobilidade para os brasileiros. E quem sabe um dia n\u00e3o poderemos fazer como alem\u00e3es, holandeses e dinamarqueses, que podem viajar, por meio de ciclovias desenvolvidas dentro desta filosofia, at\u00e9 outros pa\u00edses europeus.<\/span><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As margens de rios podem gerar circuitos ciliares, com um roteiro de atrativos interligados por caminhos e ciclovias, revitalizando toda \u00e1rea, valorizando a paisagem urbana. 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